🧭 Os três pilares que organizam este documento
Cada módulo abaixo é marcado com um ou mais destes selos, indicando em qual frente ele mais contribui.
Enxergar tudo
Saber, em tempo real, o que a organização possui: sites, servidores, computadores, dispositivos de rede e aplicativos. Não é possível proteger o que não se sabe que existe.
Priorizar o que importa
Traduzir achados técnicos em uma linguagem de negócio: o que é mais crítico, o que já está sendo explorado por criminosos, e o que impacta compliance e reputação.
Corrigir antes do ataque
Encontrar falhas de segurança concretas, rastrear sua correção com prazos definidos e comprovar que o problema foi resolvido.
📊 Painel Executivo (Dashboard)
A tela inicial de cada projeto — o "painel de instrumentos" da segurança da organização, com tudo consolidado em um único lugar.
📊 Dashboard do Projeto
Reúne, numa única tela, o total de ativos monitorados, as vulnerabilidades encontradas por gravidade, uma nota de risco de 0 a 100 e a situação dos agentes instalados nas máquinas da empresa.
Por que importa: permite que a liderança entenda a postura de segurança da organização em segundos, sem precisar interpretar relatórios técnicos.
- Nota de Risco Executiva (0–100) — resume o risco geral do projeto num único número.
- Densidade de exposição — quanto da superfície exposta concentra problemas.
- Tendência dos últimos 7 dias — novos ativos, novas falhas, falhas corrigidas.
- Pontos críticos ("hotspots") — quais sites/sistemas concentram mais falhas abertas.
- Postura dos agentes de endpoint — quantas máquinas estão protegidas, online, offline ou com problema.
- Cobertura da rede interna — % de dispositivos internos com proteção instalada.
- Serviços de rede expostos e visados — catálogo de ~40 portas/serviços de risco conhecido (bancos de dados, acesso remoto etc.) cruzado com o que foi encontrado.
- Exposição a ataques de indisponibilidade (DDoS) — serviços que podem ser usados para tirar sistemas do ar.
- CISA KEV — destaca falhas que já são ativamente exploradas por criminosos no mundo real, não apenas teóricas (detalhado na próxima seção).
- Catálogo de CVEs — todas as falhas catalogadas mundialmente encontradas no ambiente.
- Explicação automática por IA — resume, em linguagem simples, o impacto e a correção de cada falha crítica.
- Painel personalizável — cada usuário pode reorganizar o que vê primeiro.
Substitui dezenas de planilhas e relatórios avulsos por um único ponto de verdade: quantos ativos existem, quantos scans rodaram e o que mudou nos últimos 7 dias — sem precisar perguntar para a equipe técnica.
Converte uma lista técnica de falhas em uma nota única (0–100) e em "pontos críticos" por domínio, permitindo decidir em segundos onde investir tempo e orçamento de correção primeiro.
O indicador "Corrigir agora" já filtra apenas achados críticos/altos abertos — a fila de trabalho imediata da equipe de segurança, sem misturar ruído de achados informativos.
🚨 CISA KEV — Vulnerabilidades Já Exploradas por Criminosos
CISA é a agência de cibersegurança do governo dos Estados Unidos. Ela mantém uma lista pública e oficial — o catálogo KEV (Known Exploited Vulnerabilities) — com todas as falhas de segurança que já foram comprovadamente usadas em ataques reais, e não apenas falhas "teoricamente perigosas". O zynTRIQ baixa esse catálogo automaticamente a cada 6 horas (e também sob demanda, com um botão "Atualizar") e cruza, falha por falha, cada CVE encontrado no ambiente da organização contra essa lista.
Por que isso muda a prioridade da equipe: uma nota de severidade tradicional (Crítica/Alta/Média) mede o dano teórico que uma falha poderia causar. O selo KEV responde a uma pergunta diferente e mais urgente: "criminosos já estão usando essa falha para invadir empresas agora?". Uma falha "Alta" comum pode esperar a fila normal de correção; uma falha "Alta" que também está no KEV — especialmente se ligada a uma campanha de ransomware conhecida — deve furar a fila.
- Data de inclusão no catálogo — desde quando o governo americano confirmou exploração ativa daquela falha.
- Sinalizador de ransomware — indica se a falha já foi usada especificamente em campanhas de sequestro de dados; quando sim, o zynTRIQ eleva automaticamente sua urgência ao nível máximo.
- Prazo de correção recomendado (due date) — o mesmo prazo que o governo dos EUA exige de suas próprias agências federais para corrigir aquela falha; serve como referência externa e objetiva de urgência para a organização.
- Ação requerida — texto oficial explicando o que deve ser feito (corrigir, mitigar ou descontinuar o uso do produto vulnerável).
- Busca livre no catálogo completo — a equipe pode consultar qualquer CVE do mundo contra o catálogo, mesmo que ainda não tenha sido encontrado em um scan.
Mostra, sem esforço manual, quais domínios da organização concentram CVEs que já viraram arma de ataque real — um raio-x de exposição a ameaças ativas.
Dá à liderança um critério de priorização objetivo e externo (o mesmo usado pelo governo dos EUA), reduzindo debates internos sobre "o que é realmente urgente".
Reordena automaticamente listas, explicações por IA e badges vermelhos em toda a plataforma para que a equipe técnica veja essas falhas primeiro, em qualquer tela onde CVEs aparecem.
🗂️ Projetos, Perfil e Acesso
Organiza o trabalho por projeto/cliente/área e controla quem, na equipe, pode ver ou alterar cada informação.
- Gestão de Projetos — cada projeto é um espaço isolado de trabalho.
- Gestão de usuários e permissões — controle de acesso por papel/função.
- Busca global — localizar rapidamente qualquer ativo ou achado.
🌐 Ativos Externos — Sites e Domínios
O cadastro de tudo aquilo que a organização expõe publicamente na internet (sites, sistemas, marcas).
🎯 Targets (Domínios) e Organizations (Grupos de Domínios)
Cadastro dos domínios/sites que devem ser monitorados, com opção de agrupá-los sob uma mesma organização (ex.: uma empresa com várias marcas ou subsidiárias) para varreduras em lote.
- Cadastro de domínios — o que deve ser vigiado continuamente.
- Agrupamento por organização/marca — visão consolidada de múltiplos domínios.
- Resumo de risco por site — quantidade de vulnerabilidades e histórico de varreduras por domínio.
- Dados de propriedade (WHOIS) — quem registrou o domínio, servidores DNS, histórico de IPs — útil para identificar domínios "esquecidos".
Garante que nenhum site ou sistema publicado na internet fique "esquecido" fora do radar de segurança — inclusive domínios antigos de campanhas ou marcas secundárias.
O resumo por alvo mostra imediatamente quais sites concentram mais exposição, ajudando a decidir onde priorizar contratos de correção ou renovação de infraestrutura.
Cada domínio cadastrado vira automaticamente alvo elegível de varreduras recorrentes — sem cadastro, não há varredura, e sem varredura, a falha nunca é encontrada.
💻 Agentes de Endpoint (Managed Assets)
Um pequeno programa instalado em notebooks e servidores da empresa, que informa continuamente o que está acontecendo em cada máquina.
🖥️ Managed Assets — Máquinas com Agente Instalado
Diferente do módulo de rede interna (que descobre dispositivos de fora), aqui o agente é instalado dentro da máquina (Linux ou Windows) e envia telemetria em tempo real: quem está logado, o que está rodando, uso de recursos e alterações de comportamento.
Por que importa: funciona como um "sensor de saúde" para cada equipamento — parecido com um check-up médico contínuo — sinalizando quando algo foge do padrão antes que vire incidente.
- Mapa geográfico dos agentes — onde as máquinas protegidas estão localizadas.
- Status online / offline / com problema — visibilidade imediata de falhas de comunicação.
- Telemetria contínua — sistema operacional, uso de CPU/memória/disco, usuário logado, tempo ligado.
- Nota de risco por máquina — pontua cada equipamento individualmente.
- Detecção de mudanças — alerta quando algo muda de forma relevante no equipamento.
- Achados cruzados — une o que o agente vê com o que as varreduras de vulnerabilidade encontraram.
- Controle de acesso do agente — aprovação, revogação e renovação de credenciais dos agentes.
- Políticas de retenção de dados — por quanto tempo o histórico é guardado.
Dá visibilidade contínua sobre o que acontece dentro de cada notebook e servidor — algo que uma varredura externa jamais enxergaria — incluindo quem está logado e o que está em execução.
A nota de risco por máquina permite priorizar qual equipamento a equipe de TI deve atender primeiro, em vez de tratar todo o parque de máquinas como igualmente urgente.
Cruza a telemetria do agente com os achados de scanner, revelando vulnerabilidades que só aparecem quando se olha o equipamento "por dentro" (softwares desatualizados, serviços indevidos rodando).
🏢 Descoberta de Rede Interna (Internal Assets)
Um "sensor" varre a rede interna da empresa e descobre todos os dispositivos conectados — com ou sem proteção instalada.
🔎 Internal Assets — Inventário de Rede
Descobre computadores, servidores, impressoras, câmeras, roteadores, firewalls e outros dispositivos IoT/industriais conectados à rede — inclusive aqueles que ninguém sabia que existiam ("shadow IT"). Cruza cada dispositivo com os agentes instalados para revelar o que está desprotegido.
Por que importa: é comum que 20–40% dos dispositivos de uma rede corporativa estejam fora do radar da TI. Este módulo fecha essa lacuna de visibilidade.
- Dashboard de cobertura — % de dispositivos com e sem agente, por tipo, criticidade e sistema operacional.
- Sensores de descoberta — gestão dos pontos que fazem a varredura da rede.
- Inventário detalhado — ficha de cada dispositivo: rede, portas abertas, serviços, dono, criticidade.
- Achados de risco — problemas específicos por dispositivo (exposição, ausência de agente, movimento lateral).
- Portas internas sensíveis — serviços administrativos/perigosos expostos mesmo dentro da rede corporativa.
- Ativos não identificados — dispositivos que a varredura não conseguiu classificar — pontos cegos que exigem investigação.
- Histórico de varreduras — quando e como cada varredura de rede foi executada.
- Segmentos de rede / VLANs — configuração de como a rede está dividida, usada para calcular criticidade.
Revela o "shadow IT" — impressoras, câmeras, roteadores e computadores que nunca foram formalmente cadastrados pela TI, mas estão conectados e potencialmente vulneráveis.
O percentual de cobertura com agente é um indicador direto de maturidade de segurança interna — quanto menor, maior a área cega que a organização está assumindo como risco.
As "portas sensíveis" identificam serviços administrativos (bancos de dados, acesso remoto) abertos dentro da própria rede — o tipo de falha que um invasor explora depois de já ter entrado uma vez.
🛰️ Varreduras de Segurança (Scans)
O motor que efetivamente sai à procura de falhas — como um "radar" contínuo apontado para os ativos da organização.
🕓 Histórico, Agendamento e Inventário
Controla quando e como as varreduras acontecem, guarda o histórico de tudo que já foi executado e consolida tudo o que foi descoberto ao longo do tempo.
- Histórico de varreduras completas — o que foi escaneado, quando e com qual resultado.
- Histórico de sub-varreduras — reverificações pontuais de uma parte específica.
- Agendamento automático — varreduras recorrentes sem intervenção manual.
- Inventário global de subdomínios — todos os endereços web associados aos domínios monitorados.
- Inventário global de endpoints — todas as páginas/URLs mapeadas.
- Lista consolidada de vulnerabilidades — todas as falhas encontradas no projeto, filtráveis.
- Lista de tarefas (Todo) dos analistas — acompanhamento do trabalho manual da equipe de segurança.
O agendamento automático garante que a superfície de exposição seja revisitada periodicamente, sem depender de alguém lembrar de rodar uma varredura manualmente.
O histórico completo permite comparar a evolução do risco ao longo do tempo — se a organização está melhorando ou piorando a cada ciclo de varredura.
É a etapa que efetivamente produz os achados: sem varredura recorrente, uma falha corrigida hoje não seria testada novamente, e uma nova falha introduzida amanhã não seria detectada.
📄 Relatório Detalhado de cada Varredura
Ao abrir uma varredura específica, o resultado é organizado em abas temáticas — do dado técnico bruto até a leitura executiva de risco e conformidade.
| Aba | O que mostra, em termos simples | Foco |
|---|---|---|
| Resumo | Contadores e gráficos gerais daquela varredura específica. | O V |
| Subdomínios | Todo endereço web descoberto, com status, tecnologias usadas e proteções ativas — mede o tamanho real da superfície exposta. | O |
| Buckets de Nuvem (S3) | Armazenamentos em nuvem (AWS/GCP) mal configurados, com risco de dados públicos ou editáveis por qualquer pessoa. | O R |
| Capturas de Tela | Fotos de cada site/sistema encontrado, para triagem visual rápida (ex.: telas de login expostas). | O |
| Diretórios e Arquivos | Arquivos sensíveis expostos por engano (backups, configurações, credenciais). | V |
| Endpoints (URLs) | Páginas e funcionalidades mapeadas, incluindo pontos que podem ser alvo de ataques de injeção. | O V |
| Vulnerabilidades | A lista de trabalho central: cada falha encontrada, sua gravidade, e um plano de correção sugerido por IA. | V · núcleo |
| OSINT | O que já está exposto publicamente sobre a empresa: credenciais vazadas, e-mails e funcionários — risco de golpes/phishing. Alimenta o cruzamento de fontes descrito abaixo. Ver detalhes ↓ | R |
| Threat Intelligence | Cruza os achados com fontes externas de inteligência de ameaças e com os dados da aba OSINT; destaca quando um mesmo ativo aparece em múltiplas fontes de risco — sinal de risco confirmado. Ver detalhes ↓ | R · núcleo |
| GRC (Governança, Risco e Compliance) | Traduz os achados técnicos para os principais padrões internacionais (OWASP, NIST, CIS Controls) e, em domínios do governo, à norma brasileira PPSI 2.0 — mostra o nível de maturidade e conformidade da organização. Ver detalhes ↓ | R · núcleo |
| Plano de Remediação | Ordem de correção com prazos por gravidade (crítica em 24–48h, alta em 7 dias, média em 30 dias) e acompanhamento do progresso. | V |
| Visualização / Caminho de Ataque | Mapa gráfico interativo mostrando como domínio, servidores, tecnologias e falhas se conectam, incluindo uma animação de "caminho de ataque". Ver detalhes ↓ | O R |
| Risco | Leitura executiva final: um indicador único de risco geral e uma matriz que cruza impacto x probabilidade, para saber o que atacar primeiro. | R · núcleo |
📋 Quadro de Remediação
Um quadro Kanban (Aberto / Em Andamento / Corrigido / Fechado) por vulnerabilidade, com filtros e mudança de status em lote — a ferramenta de trabalho do dia a dia da equipe técnica.
🛰️ Threat Intell + OSINT: Cruzamento de Fontes
Duas abas que, sozinhas, já são úteis — mas que entregam o maior valor quando combinadas: uma mostra o que já está exposto sobre a empresa na internet, a outra confirma se esses vazamentos têm relação com o que foi encontrado tecnicamente.
🔍 OSINT — o que já está exposto publicamente
OSINT significa "inteligência de fontes abertas": tudo o que qualquer pessoa — inclusive um golpista — já consegue encontrar publicamente sobre a organização, sem precisar invadir nada.
- Credenciais expostas — e-mails e senhas vazados em bases públicas de vazamentos, o item de maior prioridade da aba.
- E-mails e funcionários — identidades expostas, usadas em golpes de phishing e engenharia social direcionados.
- Domínios, hosts e URLs relacionados — outros ativos ligados à organização que também aparecem em fontes públicas.
🌐 Threat Intelligence — contexto de ameaça externo
Enquanto o OSINT lista o que está exposto, a aba Threat Intelligence busca em fontes externas de inteligência de ameaças (vazamentos, menções, documentos públicos) qualquer sinal adicional ligado aos domínios, subdomínios, e-mails e URLs daquela varredura — dando contexto sobre se aquela exposição já é conhecida por quem monitora ameaças.
A plataforma automaticamente compara os mesmos ativos (domínios, subdomínios, e-mails) através de três fontes diferentes — Vulnerabilidades encontradas na varredura, OSINT e Threat Intelligence — e sinaliza quando um mesmo ativo aparece em mais de uma fonte ao mesmo tempo:
- Correlação Cruzada de Fontes — lista de ativos que aparecem em 2 ou mais das três fontes ao mesmo tempo; quanto mais fontes confirmam o mesmo ativo, maior a certeza de que aquele risco é real e não um falso positivo isolado.
- Identidades expostas em múltiplas fontes — e-mails que aparecem tanto no OSINT quanto na Threat Intelligence, reforçando o risco de uso indevido daquela identidade.
- Insights automáticos em texto — frases prontas como "X ativos aparecem simultaneamente em Vulnerabilidades, OSINT e Threat Intelligence — tratar como prioridade máxima".
Mostra o que já é publicamente visível sobre a empresa, do ponto de vista de quem está do lado de fora tentando planejar um ataque.
Um achado técnico isolado pode ser um falso positivo; o mesmo achado confirmado por OSINT e Threat Intelligence ao mesmo tempo deixa de ser hipótese e vira prioridade máxima de tratamento.
Direciona a equipe técnica para investigar primeiro os ativos com múltiplas fontes de evidência, em vez de tratar centenas de achados na ordem em que apareceram.
⚖️ GRC — Governança, Risco e Compliance em Detalhe
A aba GRC é o módulo que traduz achados técnicos de segurança para a linguagem de governança corporativa, usando os principais padrões de mercado reconhecidos internacionalmente — e, para órgãos públicos, também o padrão brasileiro.
📐 Quatro frameworks de referência, aplicados automaticamente
Cada vulnerabilidade encontrada é analisada automaticamente (por correlação de texto — tipo de falha, categoria técnica, descrição) e associada ao(s) padrão(ões) de segurança que ela mais se relaciona. Isso elimina o trabalho manual de um analista ter que, achado por achado, decidir "isso fere qual norma?".
- OWASP Top 10 (2021) — o catálogo mais usado no mundo para classificar falhas em aplicações web (ex.: Injeção, Controle de Acesso Quebrado, Configuração Insegura).
- NIST Cybersecurity Framework — referência do governo americano, organizada em 5 funções: Identificar, Proteger, Detectar, Responder e Recuperar.
- CIS Controls (v8) — conjunto prático de controles de segurança adotado por empresas de todos os portes, do inventário de ativos à resposta a incidentes.
- PPSI 2.0 — Política de Segurança da Informação do governo brasileiro; avaliado automaticamente apenas em domínios
.gov.br.
- Histórico de vulnerabilidades — evolução desde o primeiro scan até hoje, não apenas a varredura atual.
- Lacunas e recomendações de governança — pontos fracos identificados e sugestões de ação.
- Maturidade por framework (0–100) — traduzida em 5 estágios de leitura simples: Inicial → Em Desenvolvimento → Definido → Gerenciado → Otimizado.
- Cartão por framework — postura de risco, controles falhos/parciais/eficazes, e as 3 ações prioritárias recomendadas para aquele padrão específico.
- Selo de conformidade consolidado — leitura única (Conforme / Parcial / Não Conforme), sempre baseada no framework com pior resultado — para não maquiar um problema real.
- Tabela de mapeamento — cada vulnerabilidade, o(s) framework(s) relacionado(s), o controle específico e a confiabilidade daquela associação.
Mostra o histórico completo de postura de segurança de um domínio desde o primeiro scan — não só a "foto" da varredura mais recente.
Converte gravidade técnica em pontuação de maturidade organizacional, algo que pode ser acompanhado trimestre a trimestre pelo Board.
Cada achado técnico já chega com sua ação prioritária recomendada e o controle de segurança específico que ele viola — acelera a resposta da equipe técnica.
🕸️ Simulação de Caminho de Ataque
Uma animação dinâmica que mostra, visualmente, como as falhas encontradas em uma varredura poderiam ser encadeadas por um atacante — do ponto de entrada até o impacto final.
🎯 Do atacante ao alcance final, em uma linha do tempo visual
Dentro da aba "Visualização", cada vulnerabilidade encontrada na varredura gera uma "cadeia de ataque" animada — pontos de luz que percorrem, em tempo real, o caminho entre o atacante e o resultado final daquela falha.
Por que isso ajuda o Board a entender risco técnico: uma lista de 61 vulnerabilidades é abstrata para quem não é da área técnica. Ver, visualmente, "esta falha específica permite que um invasor chegue até aqui, e o resultado seria este" transforma uma lista técnica em uma narrativa de negócio compreensível — e ajuda a justificar investimento em correção para quem aprova orçamento.
Reúne, numa única visão, dados que normalmente estariam espalhados em abas diferentes: WAF detectado, portas abertas, tecnologias, vulnerabilidades e até credenciais vazadas.
Ordena as cadeias por gravidade, então o Board e a equipe técnica enxergam primeiro os caminhos mais críticos, sem precisar garimpar entre dezenas de achados menores.
Ao clicar/passar o mouse em cada etapa, a equipe técnica vê o achado exato por trás daquele elo — ligando a narrativa visual de volta ao item técnico que precisa ser corrigido.
🖨️ Relatórios PDF/HTML — incluindo o Relatório para o Board
A qualquer momento, alguém da equipe pode gerar um relatório da varredura — em três formatos diferentes, dependendo de quem vai ler.
📑 Três modelos, para três públicos diferentes
- Padrão (Default) — relatório técnico completo, achado por achado: CVSS, CVEs, CWEs, descrição, impacto e remediação de cada vulnerabilidade. Público: equipe técnica/auditoria.
- Moderno (Modern) — o mesmo conteúdo técnico do Padrão, com visual atualizado, sumário navegável e uma seção extra de exposição a ameaças. Público: equipe técnica.
- Board — o único modelo pensado para quem não é da área técnica: sem lista de achados um a um, todo o conteúdo é resumido em indicadores, narrativa executiva e matriz de risco. Público: diretoria e comitês.
- Resumo executivo redigido por IA — texto em linguagem de negócio (risco, impacto potencial, recomendações), gerado a partir dos dados reais da varredura — nunca a partir de dados inventados.
- Governança histórica — não olha só a varredura atual: reúne o histórico de todas as varreduras já feitas contra aquele alvo.
- Matriz de risco 5×5 — impacto x probabilidade, com uma orientação explícita de como o comitê deve interpretar cada célula.
- Postura dos agentes instalados — inclusão opcional dos dados de Managed Assets (endpoints), com sua própria matriz de risco.
- Inteligência de ameaças resumida — reaproveita os mesmos cartões de Correlação, Cabeçalhos HTTP e OSINT vistos no dashboard técnico, em versão executiva.
- Agenda de governança — fecha com recomendações práticas de patrocínio do Board e uma leitura de risco e impacto potencial ao negócio.
- PDF ou HTML — PDF para arquivar/imprimir; HTML para uma versão interativa, que inclui a Simulação de Caminho de Ataque navegável.
- Português, inglês ou espanhol — apenas o modelo Board oferece essa escolha de idioma; os modelos técnicos são sempre em inglês.
- Gerado sob demanda — qualquer pessoa autorizada gera o relatório na hora, em segundos; não existe hoje envio automático agendado por e-mail.
- Identidade visual configurável — nome, endereço, e-mail e site da empresa, além das cores de destaque, podem ser personalizados nas Configurações.
Consolida em um único documento tudo que hoje está espalhado em várias abas do sistema — útil para reuniões, arquivamento e prestação de contas.
É o único artefato pensado para circular fora da equipe técnica: leva a discussão de risco até quem decide orçamento, sem exigir conhecimento técnico prévio.
Os modelos Padrão e Moderno servem como evidência técnica detalhada — úteis para auditoria interna, prestadores de serviço ou comprovação de correção.
📱 Segurança de Aplicativos Móveis
Analisa aplicativos Android e iOS da organização antes (ou depois) de irem ao ar, seguindo padrões internacionais.
📲 Application Mobile
Recebe o arquivo do aplicativo e faz uma análise automática de segurança, apontando falhas conhecidas e classificando-as segundo os padrões internacionais de segurança mobile (OWASP Mobile Top 10 e MASVS).
- Dashboard mobile — visão geral de segurança dos apps da organização.
- Cadastro de aplicativos — controle de versões analisadas.
- Nova varredura — envio do app para análise automática.
- Histórico e logs — rastreabilidade de cada análise executada.
- Achados classificados — cada falha ligada a um padrão internacional reconhecido, com sugestão de correção por IA.
- Relatórios em PDF — documento de evidência por app analisado.
⚙️ Configurações e Arsenal de Ferramentas
A "sala de máquinas" da plataforma — não gera dados de risco por si só, mas define como e com que profundidade tudo acima funciona.
🛠️ Motores de Varredura e Integrações
- Motores de varredura — definem o que é verificado (portas, vulnerabilidades, OSINT etc.) e com qual profundidade.
- Dicionários de busca (wordlists) — listas usadas para encontrar páginas e subdomínios escondidos.
- Palavras-chave de interesse — destaca automaticamente páginas sensíveis (ex.: login, admin).
- Configuração fina por ferramenta — ajustes avançados das ferramentas de varredura.
- Cofre de chaves de integração — credenciais para IA, bug bounty e serviços externos, armazenadas com segurança.
- Arsenal de ferramentas externas — catálogo de ferramentas de segurança instaladas e atualizadas.
- Personalização de relatórios — identidade visual e conteúdo dos PDFs gerados.
- Painel de saúde do sistema — uso de armazenamento e desempenho da plataforma.
- Integração com HackerOne — envio automático de achados para programas de bug bounty.
- Canais de notificação — alertas automáticos por Slack, Discord, Telegram etc.
- Proxies — roteamento de tráfego usado nas varreduras.
⚡ Ferramentas Rápidas (barra superior)
Consultas pontuais, sem precisar rodar uma varredura completa.
- WHOIS — quem é o dono de um domínio e desde quando.
- Detector de CMS — identifica a plataforma usada por um site.
- Consulta de CVE — detalhes de uma falha catalogada específica.
- Detector de WAF — verifica se um site tem proteção de firewall de aplicação ativa.
- Atalhos de cadastro — adicionar rapidamente novo alvo, domínio, motor de varredura ou ferramenta.
🧩 Quadro-resumo
Visão consolidada de qual pilar cada módulo reforça — útil para leitura rápida em reunião de diretoria.
| Módulo | Observabilidade | Risco | Vulnerabilidade |
|---|---|---|---|
| Painel Executivo | |||
| CISA KEV (falhas já exploradas) | |||
| Ativos Externos (sites/domínios) | |||
| Agentes de Endpoint (Managed Assets) | |||
| Descoberta de Rede Interna | |||
| Varreduras (motor/histórico) | |||
| Relatório de Varredura — Vulnerabilidades/Remediação | |||
| Threat Intell + OSINT (cruzamento de fontes) | |||
| GRC / Governança (OWASP · NIST · CIS · PPSI) | |||
| Simulação de Caminho de Ataque | |||
| Relatórios PDF/HTML (Board) | |||
| Aplicativos Móveis | |||
| Ferramentas Rápidas | |||
| Configurações / Arsenal |
📖 Glossário rápido
Termos técnicos que aparecem neste documento, explicados em uma linha.
- CVE
- Identificador público e mundial de uma falha de segurança já catalogada.
- CISA
- Agência de cibersegurança do governo dos Estados Unidos, referência mundial em resposta a ameaças.
- CISA KEV
- Catálogo oficial (EUA) de falhas comprovadamente usadas em ataques reais — não são apenas teóricas.
- BOD 22-01
- Diretiva do governo dos EUA que define prazos obrigatórios de correção para falhas do catálogo KEV — usada aqui como referência externa de urgência.
- GRC
- Governança, Risco e Compliance — a disciplina de alinhar segurança a normas e obrigações.
- OWASP Top 10
- As 10 categorias de falhas mais críticas em aplicações web, segundo a organização internacional OWASP.
- NIST CSF
- Framework de cibersegurança do governo americano, organizado em 5 funções: Identificar, Proteger, Detectar, Responder, Recuperar.
- CIS Controls
- Conjunto prático de controles de segurança, amplamente adotado por empresas de todos os portes.
- PPSI 2.0
- Política de Segurança da Informação do governo brasileiro, aplicável a domínios
.gov.br. - Maturidade (Inicial→Otimizado)
- Escala de 5 estágios que traduz a pontuação de governança (0–100) em um rótulo de fácil leitura para o Board.
- MASVS
- Padrão internacional específico para avaliar a segurança de aplicativos móveis.
- WAF
- Firewall de aplicação web — uma camada de proteção na frente de um site.
- SLA
- Prazo definido para corrigir um problema, de acordo com sua gravidade.
- Shadow IT
- Equipamentos ou sistemas conectados à rede sem o conhecimento formal da área de TI.
- OSINT
- Informação disponível publicamente na internet que pode ser usada contra a organização (ex.: e-mails, credenciais vazadas).
- Matriz de Risco 5×5
- Tabela que cruza impacto no negócio com probabilidade de exploração, usada para decidir o que corrigir primeiro.